NOSSA experiência com a chupeta
- Livi Carolina

- 25 de jun. de 2018
- 3 min de leitura
Cuspi pra cima e caiu na testa

Antes mesmo da Antonela nascer eu e o William já havíamos determinado que chupeta não entraria em nossa casa. Pois é, doce ilusão e grande frustração... 📷 Assim que ela nasceu fomos firmes em nossa decisão, pois não queríamos que ela se tornasse dependente da chupeta e pior, fizesse confusão de bico (peito x bico de silicone) e acabasse deixando de ganhar as tão preciosas gramas que engordava tão devagarinho (mesmo motivo pelo qual também evitamos a mamadeira) e por fim pudesse deixar o peito, já que a produção de leite se mantém de acordo com a sucção do bebê. E não foi fácil. Por várias madrugadas repensamos essa decisão, afinal a essa altura já sabíamos que os bebês não têm só fome, mas grande necessidade de sucção, só que justamente por isso preferimos a cada choro oferecer o peito, assim ela também poderia engordar um pouquinho mais. E mesmo dando o leite artificial como complemento, ela passava o dia inteiro no peito. E não estou exagerando. Ela só saia do peito quando dormia ou quando eu estava no banho, comendo e ia só um minutinho no banheiro...📷😅 (O William dizia que estes minutos eram intermináveis... 📷😂) E foi assim até os quatro meses. Mas eu voltaria a trabalhar e então voltei a repensar o uso da chupeta, afinal não conseguiria oferecer o peito a qualquer momento, então cedi com muita, mas muita dor no coração 📷😭 Mas já que era pra ceder, que fosse de modo consciente. Dessa forma, há algumas semanas da Antonela completar 5 meses, pesquisamos e compramos duas chupetas. A primeira que usamos foi da marca Nuk com bico ortodôntico, própria pra idade dela (até 6 meses). Num primeiro momento, quando oferecemos a ela, ela não rejeitou, mas também não conseguia sugá-la. Confesso que fiquei até muito feliz com essa reação 📷😂Foi então que uma amiga fonoaudióloga, que é a favor do uso somente até os dois anos, ofereceu a ela a mesma chupeta, passando o bico no céu da boca da Antonela, e então ela pegou. Não sabia se eu ficava triste ou feliz 📷 Mas por fim, pegou. Porém, com algumas semanas de uso percebi que ela estava fazendo uma pega diferente no bico do meu peito. Notei que o bico ortodôntico estava atrapalhando, então ofereci a segunda, uma da marca Avent com bico sem "dobrinha" no formato do céu da boca, e pronto! Problema resolvido 📷🙏 Graças a Deus identifiquei logo o que estava acontecendo e consegui reverter. Hoje, prestes a fazer 7 meses, ela segue mamando no peito e chupa chupeta, o que a acalma. Porém, uma coisa consigamos manter: ela não dorme com ela. Quando ela pega no sono com a chupeta, antes de a acomodarmos no berço, a tiramos. E quando ela acorda de madrugada ofereço somente o peito. Jamais me arrependerei de ter dado a chupeta somente aos quase cinco meses, ter aguentando firme e sofrido um pouquinho no começo, pois precisávamos desse vínculo exclusivo. Mas também, embora tenha sentido muita culpa, não me arrependi (pelo menos não ainda 📷📷😅) de ter oferecido a chupeta. De fato ela ficou mais tranquila, porém, se na época eu soubesse que não voltaria a trabalhar, talvez nunca tivesse oferecido a chupeta à Antonela. O fato é que cabe a mãe essa decisão. Cada mãe sabe sobre seus limites e que concessões abrir para o bem-estar dela e do bebê, somente oriento que seja de maneira consciente, que se busque conhecimento sobre os prós e contras do seu uso antecipadamente. Bom, nossa ideia é tirar a chupeta antes dos dois aninhos e espero muito conseguir isso... 📷😂 Mas até lá, estamos pagando a língua e achando lindo ainda 📷🤪📷😆📷🤦



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